Construindo uma carreira de impacto na Formação de Impacto Social (FIS SP) – Depoimento de Amanda Vitorino – Amani Institute

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Construindo uma carreira de impacto na Formação de Impacto Social (FIS SP) – Depoimento de Amanda Vitorino

Meu nome é Amanda, cheguei no Amani há pouco tempo, mas já conhecia e “namorava” o mesmo há algum tempo. Pra mim, essa vontade só se tornou possível por conta do programa de bolsas socioeconômicas que o Amani instituiu. Eu atuo em algumas causas, sou militante pelos direitos humanos, trabalho no Centro Carlos Alberto Pazzini de Direitos Humanos, que é uma extensão da comunidade cultural Quilombike, localizada na região de Perus, nós atuamos na região Noroeste de São Paulo, principalmente com as causas indígenas no Pico do Jaraguá e na a ocupação de terras do movimento MST Anhanguera.

Além disso, estou cursando Direito, mesmo apesar de já ter formação na área de Projetos Industriais, e sou membra da Rede Feminista de Juristas (Defemde), atuo na frente de advocacy. Ao mesmo tempo estava cursando a faculdade de Direito, trabalhando na Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos, na Secretaria de Cultura de São Paulo e fazendo a Formação em Impacto Social (FIS) do Amani Institute. Eu sou uma pessoa apaixonada pelo ser humano, eu acredito que todo mundo tem um propósito, e a minha busca pelo meu propósito foi potencializada dentro do Amani.

O Amani surge na minha vida com a Formação em Impacto Social como uma ótima oportunidade, pois tenho a inquietação de produzir algo que tenha valor. Eu olhei o meu emprego e não via mais valor no que fazia, e era muito difícil mudar de carreira, pois toda minha formação é focada na área  industrial.

Na Formação em Impacto Social, eu tive a chance de escolher uma organização parceira para ser consultora, chamada Gerando Falcões (GF); eu conhecia eles pelas redes sociais, mas nunca tinha acompanhado o trabalho de perto, apesar da sede do GF ficar perto do meu bairro: moro em Guaianazes, e a sede do Gerando Falcões fica em Poá. 

Comecei a pesquisar sobre a organização, li um livro do fundador Eduardo Lyra (@edulyra), e me envolvi no projeto. Nesse processo de imersão, descobri muitas coisas e me dediquei. Em umas das reuniões para conversar com o responsável dos projetos (Recomeçar), ele começou a falar sobre as dificuldades do projeto no qual ele trabalhava, e um desses desafios era aumentar a presença feminina do Gerando Falcões. 

Percebemos que tinham muitas mulheres trabalhando, mas poucas mulheres participando das atividades oferecidas pelo Gerando Falcões. Nessa conversa, pensamos possíveis soluções para o problema, e durante este processo fui convidada para trabalhar com eles,  achou que meu perfil era apropriado para estruturar o eixo de educação de um projeto específico e acabei de me incorporar na equipe da Gerando Falcões. 

Friday July 5th, 2019 by Jau Santoli
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